Pré e Pós-Operatório — Blefaroplastia Estruturada | Dr. Léo Pastori

Blefaroplastia Estruturada

Antes.
Depois.
O que importa entre os dois.

O resultado de uma blefaroplastia começa muito antes da cirurgia e continua muito depois dela. Este guia reúne tudo que você precisa saber para chegar preparado — e recuperar com segurança.

Filosofia

"O pré-operatório não é burocracia — é onde o resultado começa a ser construído. O pós-operatório não é espera — é a continuação da cirurgia."

7–14
dias para retorno social
3–6
meses para resultado fotográfico
12
meses para resultado definitivo
50+
referências científicas peer-reviewed

Parte I

Pré-operatório
O checklist que evita problemas

Um pré-operatório bem feito em blefaroplastia é metade do resultado. Cada passo abaixo tem um propósito clínico concreto.

Avaliação clínica

Anamnese completa

A consulta começa pela sua história: queixas principais, cirurgias prévias na região, sintomas oculares (olho seco, ardor, lacrimejamento), doenças sistêmicas e — especialmente — todas as medicações e suplementos em uso.

Nenhum detalhe é irrelevante no planejamento periorbitário.

Avaliação oftalmológica

Por que avaliar o olho antes de operar a pálpebra?

A blefaroplastia opera nos tecidos que protegem e lubrificam o olho. Por isso, avaliamos tudo antes.

Acuidade visual — documentação basal obrigatória (proteção legal e clínica)

Teste de Schirmer — produção lacrimal. Valor <5mm contraindica ressecção ampla

Break-up time (BUT) — qualidade do filme lacrimal. Abaixo de 10s indica instabilidade

Pressão intraocular — glaucoma não controlado é fator de risco

Reflexo de Bell — fechamento ocular inadequado aumenta risco de ceratite

Avaliação do levantador — ptose não diagnosticada gera insatisfação pós-op

Exames laboratoriais

O que pedir e por quê

01 🩸

Hematológicos

Hemograma completo + coagulograma (TP, TTPA, INR). Base para segurança cirúrgica e hemostasia.

02 🔬

Metabólicos

Glicemia, HbA1c (diabéticos), função renal e hepática. Comorbidades interferem diretamente na cicatrização.

03 🫀

Cardiorrespiratórios

ECG para maiores de 40 anos ou cardiopatas. Radiografia de tórax conforme protocolo anestésico.

04 🦋

Tireoide

TSH e T4 livre quando há suspeita de disfunção. A oftalmopatia de Graves exige avaliação antes de qualquer cirurgia periorbitária.

05 🧪

Sorologias

HIV, HBsAg, Anti-HCV conforme protocolo institucional. Rotina de segurança para equipe e paciente.

06 📷

Documentação fotográfica

Frente, perfil, 3/4, olhar para cima, olhar para baixo, olhos fechados, close periorbitário. Obrigatória medicolegalmente.

Sua jornada antes da cirurgia

Checklist completo

1

Consulta inicial com Dr. Léo Pastori — avaliação anatômica, vetores, laxidade cantal, planejamento individual

2

Avaliação oftalmológica completa — Schirmer, acuidade, BUT, reflexo de Bell, levantador

3

Exames laboratoriais e de imagem — conforme solicitação médica individualizada

4

Consulta anestesiológica — avaliação de comorbidades e escolha do protocolo anestésico

5

Suspensão de medicamentos e suplementos — conforme orientação médica específica (ver seção Medicações)

6

Parar de fumar — mínimo 4 semanas antes (idealmente 8). Tabagismo reduz cicatrização em 30–40%

7

Documentação fotográfica padronizada — sem maquiagem, fundo neutro, cabelo afastado do rosto

8

Leitura e assinatura do Termo de Consentimento Informado — compreensão de riscos, benefícios e expectativas realistas

9

Organizar acompanhante adulto e transporte — não dirigir no dia da cirurgia

10

Banho antisséptico — clorexidina 4% na noite anterior e na manhã da cirurgia

11

Jejum — sólidos: 8h / líquidos: 6h / água pura: 2h antes

12

No dia da cirurgia — sem maquiagem, esmalte, lentes de contato ou acessórios

Parte II

Medicações contínuas
A conversa mais importante

⚠️

Nunca interrompa uma medicação por conta própria

A decisão de suspender ou manter qualquer medicamento é individualizada e feita em conjunto com o Dr. Léo Pastori e, quando necessário, com seu médico especialista. O risco de suspender pode ser maior que o risco de manter.

A região periorbitária possui riquíssima vascularização e proximidade com a órbita. O hematoma retrobulbar — embora raro — é a complicação mais temida da blefaroplastia, com potencial de causar perda visual. Por isso, o manejo de anticoagulantes e antiagregantes exige atenção especial e decisão compartilhada.

🔴 ATENÇÃO ESPECIAL — Discussão obrigatória com médico assistente
AAS (ácido acetilsalicílico) — inibe COX irreversivelmenteSuspender 10–14 dias antes
Clopidogrel (Plavix®) / Ticagrelor / Prasugrel — antagonistas P2Y127–10 dias antes (avaliar stent)
Varfarina (Coumadin®) — antagonista vitamina K. INR pré-op ≤1.55–7 dias + ponte com HBPM se indicada
NOACs: Dabigatrana / Rivaroxabana / Apixabana2–3 dias (ajuste pelo ClCr)
Heparina de Baixo Peso Molecular12h antes (profilática) / 24h (terapêutica)
🟡 SUSPENDER ANTES — Conforme orientação médica
AINEs: ibuprofeno, naproxeno, diclofenaco, cetoprofeno7 dias antes
Vitamina E >400 UI/dia — antiagregante plaquetário14 dias antes
Ômega-3 / Fish oil — antiagregante e anticoagulante14 dias antes
Ginkgo biloba — antiagregante, inibe PAF14 dias antes
Ginseng, Alho (suplemento) — antiagregante7–14 dias antes
Erva de São João (Hypericum) — induz CYP3A45 semanas antes
Kava kava / Valeriana — potencializam sedação1–2 semanas antes
Isotretinoína — retarda cicatrização cutânea6–12 meses antes de laser/peel associado
Anticoncepcionais orais / TRH (estrogênio) — risco TEVAvaliação individualizada
SGLT-2 (gliflozinas) — risco de cetoacidose perioperatória3–7 dias antes
🟢 GERALMENTE MANTER — Sempre sob orientação médica
Beta-bloqueadores (atenolol, metoprolol) — suspensão causa rebound graveManter até o dia
Antidepressivos ISRS — risco de descompensação supera risco hemorrágicoGeralmente manter
Hormônio tireoidiano (levotiroxina)Manter sempre
Benzodiazepínicos — efeito ansiolítico benéficoGeralmente manter
Bloqueadores de canal de cálcio, diuréticosAvaliar individualmente
IECA / BRA — suspender 24–48h antes pela hipotensão intraoperatóriaRetomar 24–48h após
💊

Suplementos "naturais" também interferem

Muitos pacientes não mencionam suplementos por acharem que "são naturais e não fazem mal". Informe sempre: vitaminas em altas doses, óleos (ômega-3, prímula, linhaça), fitoterápicos, homeopáticos, shakes e suplementos esportivos. Alguns podem aumentar o risco de sangramento e interferir na anestesia.

Parte III

Pós-operatório
Fase a fase, com segurança

O pós-operatório não é um período de "espera passiva". É a continuação ativa do cuidado. Cada fase tem seus objetivos, seus cuidados específicos e seus sinais de alerta.

0 — 4 horas

Sala de recuperação

Monitoramento de sinais vitais, nível de consciência, avaliação ocular (acuidade subjetiva, abertura palpebral, quemose). Controle de dor com alvo EVA ≤ 3.

Compressas frias: 20 min ligado / 10 min desligado. Nunca gelo diretamente sobre a pele — reduz edema e equimose por vasoconstrição sem risco de lesão térmica.

Primeiros 3 dias

Em casa com cuidado

Cabeceira elevada a 30–45° (anti-Trendelenburg) reduz congestão venosa. Colírio lubrificante a cada 2–4h. Limpeza das pálpebras com soro fisiológico 2x/dia.

Edema máximo nos dias 1–3: É esperado e normal. Não é sinal de complicação. As pálpebras podem estar quase fechadas ao acordar.

Kit de medicações pós-operatórias

O protocolo padrão

💊

Analgesia

Paracetamol 500–750 mg de 6/6h. Sem AAS nem AINEs nos primeiros 7 dias pelo risco hemorrágico. Opioide fraco se necessário, com orientação médica.

🦠

Antibiótico sistêmico

Cefalexina 500 mg de 6/6h por 5–7 dias. Em alérgicos à penicilina: azitromicina 500 mg/dia por 3–5 dias. Conforme prescrição médica individual.

👁️

Colírio lubrificante

A cada 2–4h enquanto acordado. Gel oftálmico ao deitar (Lacri-Lube® ou similar). Fundamental até resolução completa do lagoftalmo funcional pós-op.

🧴

Antibiótico tópico ocular

Colírio de ciprofloxacino ou tobramicina 3–4x/dia por 5–7 dias. Proteção local nas suturas e prevenção de infecção conjuntival.

Anti-edematoso

Dexametasona 4 mg IM no ato cirúrgico. Algumas equipes mantêm prednisona oral 20 mg/dia por 3–5 dias. Reduz edema e quemose pós-operatória.

🌿

Pomada nas suturas

Antibiótica (neomicina + bacitracina ou mupirocina) após limpeza das suturas. Mantém hidratação, previne crosta e infecção local.

Restrições de atividade

O que evitar e por quanto tempo

Esforço físico, Valsalva, tosse intensa, constipação — elevam pressão venosa orbital. Evitar por 14 dias.

Dirigir — evitar nos primeiros 5–7 dias. Edema e medicação comprometem reflexo.

Esfregar os olhos — durante toda a recuperação. Risco de deiscência de sutura e trauma palpebral.

Maquiagem — somente após retirada completa das suturas e reepitelização (7–10 dias).

Lentes de contato gelatinosas — aguardar 7–10 dias. Rígidas: 3–4 semanas.

Sol direto na cicatriz — mínimo 3 meses. Exposição solar causa hiperpigmentação pós-inflamatória. FPS ≥50 sempre.

Natação e atividades de impacto — após 30–45 dias. Caminhada leve liberada após 14 dias.

Excesso de telas (celular, computador, TV) — primeiras 48h. Piscadas reduzidas aumentam ressecamento ocular.

Remoção de suturas

Timing por localização

Pálpebra superior — 5 a 7 dias para fios externos (monofilamento 6-0 ou 7-0)

Pálpebra inferior (subciliar) — 5 dias (pele fina, cicatrização mais rápida)

Suturas absorvíveis — dissolvem em 3–6 semanas. Pontas salientes irritativas podem ser removidas precocemente

Cuidados com a cicatriz

Do dia da alta ao mês 6

FPS ≥50 desde o dia da retirada das suturas — duas vezes ao dia, todos os dias

Gel de silicone (Dermatix®, Kelo-cote®) — iniciar após 2–3 semanas. Uso contínuo por 3–6 meses

Massagem suave na cicatriz — após 21 dias, com creme hidratante ou óleo de rosa mosqueta

Laser fracionado na cicatriz — a partir de 6–8 semanas, quando indicado. Acelera maturação

Parte IV

Cronograma de recuperação
Você vai pior antes de ficar melhor

Esta frase — dita com honestidade — prepara o paciente para a realidade do pós-operatório. Entender cada fase elimina ansiedade e cria expectativas realistas.

0–72h

Edema máximo — É esperado

Compressas frias, cabeceira elevada, repouso relativo. Pálpebras podem estar quase fechadas. Equimose violácea intensa. Normal em 100% dos pacientes.

Prioridade desta fase: controle de edema, conforto ocular e vigilância para sinais de alerta.
Dias 5–7

Retirada de suturas — Primeiro alívio

Redução expressiva do edema. Equimose evolui para amarelo-esverdeado. Cicatrizes ainda avermelhadas. Maioria consegue retornar às atividades com óculos escuros.

Semanas 3–4

Retorno ao convívio social

A maioria dos pacientes retorna ao trabalho e atividades sociais, com ou sem maquiagem leve. Cicatrizes em maturação ativa. Iniciar massagem suave e gel de silicone.

Atividade física leve liberada. Natação e impacto aguardam os 30–45 dias.
1–3 meses

Fase intermediária — Paciência

Cicatrizes ainda eritematosas e em fase de remodelamento. Edema residual profundo (especialmente em reposicionamento de gordura). Endurecimento local é esperado e transitório.

Avaliação com laser ou peel complementar pode ser indicada a partir de 6–8 semanas quando a cicatrização está madura.

3–6 meses

Resultado fotográfico — Quase definitivo

Edema profundo resolvido, volumes estabilizando, cicatrizes clareando. Resultado já visível nas fotos. Consulta de avaliação para documentação comparativa.

Em lipofilling: ~70–80% da gordura já integrou. Volume quase definitivo.
6–12 meses

✦ Resultado final — O que você levará para sempre

Cicatriz madura e praticamente invisível. Volumes estabilizados. Naturalidade completa. Este é o momento correto para avaliar eventuais retoques.

Nenhuma revisão cirúrgica deve ser avaliada antes dos 12 meses de resultado definitivo.

Tempo por procedimento

Tabela de referência

Procedimento SocialFotográficoDefinitivo
Blefaroplastia Superior isolada10–14 dias3 meses6–12 meses
Blefaroplastia Inferior Transcutânea10–14 dias3 meses8–12 meses
Com Reposicionamento de Gordura14–21 dias4 meses12 meses
Lipofilling Periorbital (Microfat+Nanofat)14–21 dias6 meses12 meses
Lifting de Supercílio Endoscópico14 dias3 meses6 meses
Cantopexia / Cantoplastia associada10–14 dias3 meses6 meses

* Estes tempos são médias. Biologia individual, tabagismo, diabetes e extensão da cirurgia podem alterar significativamente esse cronograma.

Parte V

Complicações
O que vigilar e como agir

🚨

EMERGÊNCIA — Procure atendimento imediato se houver:

Dor ocular intensa e súbita · Perda ou turvação da visão · Olho proeminente de forma abrupta · Sangramento ativo que não cede

Estes podem ser sinais de hematoma retrobulbar — emergência que exige descompressão imediata. A janela para preservação visual é de 90–120 minutos. Ligue para o consultório ou vá ao pronto-socorro imediatamente.

Complicações tratáveis

O que pode acontecer e como manejar

Nas primeiras semanas: massagem suave ascendente, taping palpebral (micropore), aguardar resolução espontânea. Persistente após 3–6 meses: cantopexia ou cantoplastia de revisão. Prevenção: suporte cantal adequado no planejamento inicial.

Lubrificação intensa, câmara úmida noturna. Se suspeita de sutura excessivamente tensa: avaliação médica. Cirurgia de revisão se persistir com risco de exposição corneana após 30 dias.

Massagem, tape, esperar maturação cicatricial até 6 meses. Injeção de triamcinolona 10mg/ml na cicatriz subciliar se houver componente fibroso. Revisão cirúrgica após 6–12 meses se persistente.

Geralmente autolimitada. Lubrificação frequente, compressas frias, corticoide tópico conforme orientação oftalmológica. Em casos graves: curativo oclusivo úmido noturno.

Observação até 12 meses. Gel de silicone, proteção solar rigorosa. Injeção de triamcinolona se hipertrofia. Dermabrasão superficial, laser fracionado ou revisão cirúrgica após maturação completa.

Fatores de risco individuais

O que aumenta o tempo de recuperação

!

Tabagismo — retarda cicatrização em 30–40%. Risco aumentado de necrose tecidual.

!

Diabetes mellitus — microangiopatia reduz perfusão e cicatrização. Controle glicêmico rigoroso essencial.

!

Corticosteroides crônicos — inibem neocolagênese. Cicatrização mais lenta e frágil.

!

Idade avançada — cicatrização mais lenta após os 60 anos por redução do turn-over celular.

!

Vetor negativo — maior risco de complicações mecânicas. Exige suporte cantal robusto.

!

Olho seco pré-existente — exige protocolo de lubrificação intensificado e monitoramento mais frequente.

Retornos recomendados

Protocolo de acompanhamento

1 dia pós-op

Curativo, avaliação da abertura palpebral e primeiros sinais de alerta.

5–7 dias

Retirada de suturas, avaliação de edema, quemose e orientações de cicatriz.

14 dias

Liberação progressiva de atividades. Avaliação de simetria e retorno social.

30 dias

Documentação fotográfica. Avaliação de função lacrimal e cicatrização intermediária.

3 meses

Resultado intermediário. Indicação de complementação com laser ou peel se necessário.

6–12 meses

Resultado quase definitivo / definitivo. Avaliação para eventuais retoques.

Perguntas frequentes

O que os pacientes
mais perguntam

Sim, e entender isso é fundamental para não se assustar. O edema máximo ocorre nos dias 1–3, quando as pálpebras ficam bastante inchadas e com equimose intensa. A melhora começa na primeira semana, mas a naturalidade completa leva meses.

Após retirada completa das suturas e reepitelização — geralmente entre 7–10 dias. Maquiagem sobre cicatriz ativa é contraindicada pelo risco de infecção e irritação.

Sim, é completamente normal nas primeiras semanas. O edema é naturalmente assimétrico. Aguardar 3–6 meses antes de qualquer avaliação de assimetria. Raramente uma assimetria precoce persiste no resultado definitivo.

Caminhadas leves: após 14 dias. Musculação leve e yoga: após 21 dias. Atividades aeróbicas intensas e natação: após 30–45 dias. Esportes de contato: após 60 dias e autorização médica.

A regra geral é aguardar o resultado definitivo — 12 meses — antes de avaliar qualquer retoque. Exceção para complicações funcionais (lagoftalmo, ectrópio grave), que devem ser avaliadas precocemente se não houver resolução espontânea.

Não, principalmente em blefaroplastia com reposicionamento de gordura ou cantopexia. O endurecimento representa edema subperiósteo profundo e fibrose cicatricial normal, que resolve progressivamente entre 2–4 meses.

O lipofilling tem sobrevida de 50–70% a longo prazo. Isso significa que parte da gordura reabsorve nos primeiros meses. O volume que permanece após 6–12 meses tende a ser estável. Uma sessão de retoque pode ser realizada após esse período se necessário.

Depende da indicação. AAS para prevenção primária geralmente é suspenso 10–14 dias antes. Para prevenção secundária (stent, AVC), a decisão é compartilhada com o cardiologista, ponderando o risco hemorrágico versus o risco trombótico. Nunca interrompa por conta própria.

Referências Científicas (ABNT)
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  5. KIM, Christian et al. Perioperative Considerations for Antithrombotic Therapy in Oculofacial Surgery. Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery, 2022. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9093724/
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  7. LISMAN, R. D.; HYDE, K.; SMITH, B. Complications of blepharoplasty. Clinics in Plastic Surgery, v. 15, n. 2, p. 309–335, 1988.
  8. ZANNIS, J. et al. Outcome study of the prevalence of use of herbal supplements before aesthetic surgery. Aesthet Surg J, v. 29, n. 4, p. 294–300, 2009.
  9. PRISCHMANN, J. et al. Dry eye symptoms and chemosis following blepharoplasty. JAMA Facial Plast Surg, v. 15, n. 1, p. 39–46, 2013.
  10. ALHUMAEMDY, R. et al. Refining transcutaneous lower blepharoplasty: Key steps for minimizing complications. 2025. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12240277/

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