Blefaroplastia Estruturada — Dr. Léo Pastori

Ciência & Arte Periorbitária

Blefaroplastia
Estruturada
Doze perspectivas.

A região periorbitária é onde o tempo se revela primeiro — e onde o excesso de intervenção aparece com mais facilidade. Aqui, cada decisão técnica tem fundamento científico e intenção estética.

Filosofia

"A blefaroplastia moderna não tira — ela restaura, reposiciona e reconstrói o suporte que o tempo foi retirando."

12
temas científicos
50+
referências peer-reviewed
3
continentes de formação
30+
anos de prática clínica

Biblioteca Científica

Os doze pilares
da blefaroplastia estruturada

Cada tema abaixo pode ser expandido com um clique. Do conceito ao detalhe técnico — com rigor editorial e linguagem acessível.

A abordagem que mudou o paradigma: de "tirar" para "restaurar".

A blefaroplastia estruturada é menos uma técnica isolada e mais uma filosofia de planejamento. Em vez de simplesmente remover pele e gordura, ela busca restaurar suporte, contorno e transições — pálpebra–órbita–bochecha e pálpebra–sobrancelha — preservando volume quando necessário e evitando os estigmas cirúrgicos clássicos: olhar "esvaziado", arredondamento do canto, retração da pálpebra inferior.

O ponto central é reconhecer que o envelhecimento periorbitário envolve pele, músculo, septo, ligamentos, gordura e esqueleto orbitário. Resultado estável depende de tratar vetores de força e suporte, não apenas o excesso cutâneo.

  • Avaliação anatômica completa: sobrancelha, laxidade cantal, snap-back, vetor orbital, qualidade de pele
  • Abordagem conservadora da gordura: preservar e reposicionar quando indicado
  • Suporte lateral com cantopexia/cantoplastia nos pacientes de risco
  • Integração com tecnologias de pele e reposição volumétrica quando indicado

A filosofia estruturada integra o entendimento tridimensional da órbita: o esqueleto ósseo como base, as gorduras compartimentadas como volume, os ligamentos retentores como ancoragem e a pele como envelope final. A interação entre esses quatro componentes define o resultado estético e funcional.

Resultado natural Hamra (1992, 2004) demonstrou que o reposicionamento do SOOF e a suspensão do orbicular — em vez da simples ressecção — reduzem complicações clássicas e produzem resultados mais duradouros.

Refs: Hamra ST, Plast Reconstr Surg 2004; Codner MA et al., PRS 2008; Lambros V, PRS 2007; Mendelson BC et al., PRS 2002.

Muitas "peles sobrando" na pálpebra superior são, na verdade, o supercílio que caiu.

O supercílio feminino ideal situa-se 1 cm acima do rebordo orbitário superior, com arco mais elevado lateralmente. O masculino situa-se ao nível ou levemente acima do rebordo, com curvatura menos pronunciada. O envelhecimento causa ptose por relaxamento da pele frontal, atrofia da gordura retro-orbitária e ação dos músculos depressores.

Antes de indicar blefaroplastia superior isolada, é obrigatório elevar manualmente o supercílio à posição ideal e reavaliar o excesso de pele. O que parece dermatocalase pode ser queda do supercílio — e um erro de diagnóstico aqui gera ressecção excessiva com consequências graves.

ViaIndicação PrincipalCicatriz
Endoscópica ★Padrão-ouro. Fronte baixa, cauda ptóticaMínima
Temporal/LateralCorreção isolada da cauda. Associada a ritidoplastiaOculta
Via DiretaHomens, paralisia facial, assimetriaSupraciliar visível
TranspalpebralCombinada com blefaroplastia superior. Relaxa depressoresPalpebral
CoronáriaExposição máxima. Casos especiais e reconstruçõesExtensa

Refs: Knize DM, PRS 1996, 1998; Gunter JP & Antrobus SD, PRS 1997; Paul MD, PRS 2001.

O canto lateral é a âncora da pálpebra inferior. Quando ele cede, o olhar muda — e as complicações aparecem.

O tendão cantal lateral ancora as pálpebras ao tubérculo de Whitnall, definindo a posição angular da fenda palpebral e o suporte ao globo. Com o envelhecimento, sua lassidão resulta em arredondamento do canto, scleral show e obliquidade negativa. Testes obrigatórios: snap test (retorno imediato ao soltar a pálpebra) e distraction test (tração >8–10 mm indica lassidão significativa).

Cantopexia: sutura não absorvível fixando o tarso lateral ao periósteo do rebordo orbitário lateral, acima do tubérculo de Whitnall. Preserva o tendão cantal. Indicada em laxidade leve a moderada e como medida preventiva rotineira em blefaroplastia inferior.

Cantoplastia: secção formal do tendão cantal (cantotomia) seguida de reinserção em nova posição elevada. Indicada em laxidade grave, ectrópio, colobomas e modificação estética da obliquidade palpebral.

Regra de ouro A cantopexia é considerada por Jelks, Codner e McCord como parte OBRIGATÓRIA da blefaroplastia inferior — não um procedimento opcional. É uma proteção, não um excesso.
  • Snap test alterado → cantopexia preventiva
  • Distraction test >10mm → cantoplastia com cantólise
  • Vetor negativo → suporte cantal obrigatório
  • Ressecção cutânea planejada → cantopexia profilática
  • Modificação estética da fenda → cantoplastia em Z ou extensão lateral

Refs: Jelks GW & Jelks EB, Clin Plast Surg 1991; Codner MA et al., PRS 2008; Flowers RS, Clin Plast Surg 1993; Shorr N & Fallor MK, Ophthal PRS 1985.

Tirar gordura de forma indiscriminada envelhece — reposicionar, rejuvenesce.

Estudos de TC seriada (Lambros 2007, Glasgold 2010) demonstraram que o envelhecimento periorbitário é essencialmente volumétrico: há atrofia seletiva de compartimentos gordurosos e descida de estruturas. A ressecção excessiva gera aparência esquelética, aprofundamento do sulco orbitomalar e deterioração dos resultados a médio prazo.

A pálpebra inferior possui três compartimentos: medial (maior, mais proeminente na herniação inicial), central (entre os arcos do oblíquo inferior, principal "bolsa") e lateral (menor, próximo à glândula lacrimal). O reposicionamento transpediculado preserva a vascularização da gordura pelo pedículo, reduzindo riscos de necrose e irregularidades.

TécnicaDescriçãoIndicação
Loeb (1981)Pedículo gorduroso transposto sobre o rebordo, com fixação ao periósteoSulco nasojugal moderado
Septal Reset (Hamra 2004)Reposicionamento do conteúdo orbitário (gordura+septo) sobre o malarDeflação malar associada
Arcus Marginalis Release (Rohrich)Liberação do ligamento arcus marginalis + avanço da gordura ao periósteo malarSulco profundo
Fat Transposition inferiorGordura deslizada inferiormente, fixada à face anterior da maxilaSulco volumoso com gordura abundante

Refs: Loeb R, Clin Plast Surg 1981; Hamra ST, PRS 2004; Goldberg RA, Ophthal PRS 2000; Rohrich RJ et al., PRS 2009; Lambros V, PRS 2007.

Microfat e Nanofat não são "a mesma gordura em tamanhos diferentes" — eles têm propostas fundamentalmente distintas.

Microfat (cânula 2–2,5mm, centrifugado, injetado com cânula 0,9–1,2mm): contém adipócitos maduros intactos + fração estromal vascular. Ação volumétrica. Indicado para sulco nasojugal profundo, hollowing suborbicular, deflação temporal. Sobrevida de 50–70% a longo prazo.

Nanofat (Tonnard 2013): emulsificação mecânica por 30–40 passadas entre seringas, filtração por gaze. Resultado: emulsão rica em células-tronco mesenquimais, fatores de crescimento (VEGF, IGF-1, TGF-β, FGF) e matriz extracelular. Ação regenerativa: neocolagênese, neoangiogênese, melhora de textura e espessura cutânea, clareamento de olheiras pigmentares.

MicrofatNanofat
PropósitoVolumeQualidade de pele
Plano de injeçãoSubperiósteo, sub-SOOF, pré-muscularSubdérmico, intradérmico
Resultado esperadoPreenchimento de sulcosTextura, brilho, clareza
Resultado visível3–6 meses3–6 meses (neocolagênese)
⚠ Zona de alto risco vascular A região periorbital comunica-se com a artéria oftálmica pelas artérias supratroclear, supraorbitária e dorsal nasal. Injeção com cânulas atraumáticas, volumes mínimos por passada, retrógrada, sem pressão e com aspiração prévia em cada ponto.

Refs: Coleman SR, Aesthetic Plast Surg 1995; Tonnard P et al., PRS 2013; Karimi N et al., J Cosmet Dermatol 2022; Venkataram A et al., PMC 2025.

A posição do seu olho em relação ao osso da órbita muda completamente o risco cirúrgico — e o planejamento.

Vetor Positivo: o rebordo orbitário inferior projeta-se anteriormente ao plano da córnea. O rebordo serve como suporte mecânico efetivo à pálpebra inferior. Risco cirúrgico menor na blefaroplastia inferior.

Vetor Negativo: o globo ocular projeta-se anteriormente ao rebordo. A pálpebra inferior fica sem apoio pelo rebordo. Maior susceptibilidade a ectrópio pós-operatório, scleral show, round eye deformity e lagoftalmo — mesmo com ressecções cutâneas conservadoras.

  • Míopes de alta graduação (olho axialmente longo)
  • Hipoplasia do malar e do rebordo orbitário inferior
  • Olhos grandes e proeminentes por características étnicas
  • Enoftalmo contralateral que torna o olho operado relativamente protruso
Protocolo de Jelks para avaliação pré-op (1) Vetor em perfil · (2) VSL: distância pupila–rebordo inferior · (3) Snap test e distraction test · (4) Função do levantador · (5) Tonometria e avaliação oftalmológica básica · (6) Documentação fotográfica padronizada em 6 posições

Em vetor negativo: via transconjuntival preferida para gordura, cantopexia obrigatória e robusta, ressecção cutânea mínima ou nenhuma. Hipoplasia malar significativa pode beneficiar-se de implante malar associado, transformando o vetor negativo em positivo.

Refs: Jelks GW & Jelks EB, Clin Plast Surg 1993; Codner MA & Pacella SJ, The Art of Aesthetic Surgery 2011; Rajabi MT et al., PMC 2020; McCord CD et al., PRS 2003.

Dois mestres de Atlanta. Mesma dedicação à naturalidade. Ênfases cirúrgicas diferentes — e ambas com base científica sólida.

Via Transconjuntival (Jelks-like): acesso pela conjuntiva da pálpebra inferior, 4–6 mm abaixo da margem palpebral. Trata gordura sem incisão cutânea externa. Preserva a lamela anterior (pele e orbicular), reduzindo risco de cicatriz e malposição em pacientes selecionados. A preservação do orbicular aparece como vantagem técnica nos cenários em que não há excesso cutâneo verdadeiro.

Vantagens: sem cicatriz subciliar externa, preserva envelope anterior, excelente para reposicionamento de gordura, menor risco de ectrópio em vetores negativos, recuperação mais rápida.

Limitações: não resolve excesso cutâneo importante, pode requerer skin pinch complementar, exige suporte cantal quando há lassidão.

Via Transcutânea com Retalho Miocutâneo (Codner-like): incisão subciliar com elevação do retalho pele + orbicular (flap miocutâneo). Oferece maior controle e exposição para redraping do envelope, suspensão do orbicular, liberação do arcus marginalis e manejo combinado de terço médio.

O estudo de DiFrancesco sugere que malposição pós-blefaroplastia não é explicada apenas por denervação do ramo zigomático — o fator crítico é suporte e ancoragem. Com cantopexia robusta e técnica protetora, o transcutâneo pode ser seguro mesmo em vetores negativos moderados.

Convergência das duas escolas ✓ Cantopexia obrigatória · ✓ Reposicionamento de gordura como padrão · ✓ Análise vetorial mandatória · ✓ Conservadorismo na ressecção cutânea. A divergência está na via de acesso e na tolerância à manipulação direta do envelope.

Refs: Jelks GW & Jelks EB, Clin Plast Surg 1993; Codner MA et al., PRS 2008; DiFrancesco LM et al., PRS 2005 (PMID 16079702); Goldberg RA, Ophthal PRS 2000; Bourquet J, 1924; Baylis HI et al., Ophthalmology 1989.

A pele periorbitária é a mais fina do corpo. Cada ferramenta tem o seu momento — e o timing errado cria mais problema do que resolve.

Com 0,5–1,0 mm de espessura, escassa derme reticular e ~15.000 piscadas/dia, a pele ao redor dos olhos exige estratégia individualizada. As alterações podem ser: estáticas (rugas em repouso, atrofia), dinâmicas (pés-de-galinha, rugas de expressão), pigmentares (melasma, hiperpigmentação) e vasculares (olheira vascular por transparência do orbicular).

TratamentoIndicaçãoDowntimeQuando em relação à cirurgia
Toxina botulínicaPés-de-galinha, rugas dinâmicasNenhumApós resolução do edema (6–8 sem.)
Peeling superficial (AHA/Sal)Textura, luminosidade, hiperpig. leve3–5 diasPode ser feito no mesmo dia (fora da área dissecada)
Peeling médio (TCA 15–25%)Rugas finas, discromias moderadas7–10 dias4–6 semanas após (pele não dissecada)
Peeling profundo (Fenol)Rugas profundas10–14 dias8–12 semanas após
Laser CO₂ FracionadoRugas, flacidez, textura5–10 dias4–8 semanas após
Regra geral de timing Tecnologia melhora pele — não substitui correção estrutural. Quando o problema é herniação de gordura, laxidade cantal ou ptose de sobrancelha, a solução é cirúrgica. Quando é textura, rugas finas ou pigmento, a solução é energética/química.

Skincare periorbitário: retinoide (tretinol, tretinoína 0,025–0,05%), vitamina C 10–20%, peptídeos (Matrixyl, Argireline) e FPS ≥50 diário são a base do protocolo de manutenção.

Refs: Glogau RG, Semin Cutan Med Surg 1996; Alster TS & Bellew SG, Dermatol Surg 2004; Salam A et al., Br J Dermatol 2013; Montesi G et al., J Cosmet Laser Ther 2014.

O erro clássico: tentar resolver estrutura com tecnologia. Cada ferramenta tem um alvo — e um limite.

EnergiaTecnologiaIndicação PrincipalFototipos
LuzIPLManchas, vasos, eritemaI–III
LuzCO₂ FracionadoRugas profundas, textura, flacidez leveI–III
LuzEr:YAGPele fina, textura, ablação precisaI–IV
LuzNd:YAG 1064nmOlheira vascular, melanina profundaTodos
RFThermage®Flacidez palpebral leve-moderadaTodos
RFMorpheus8®Textura + flacidez + rugas finasTodos
UltrassomUltherapy®Ptose de sobrancelha, SOOFTodos
MecânicaMicroagulhamento+PRPTextura, olheira, pele finaTodos
Combinações sinérgicas recomendadas Rejuvenescimento completo não cirúrgico: HIFU + Toxina + Preenchedor malar. Pós-blefaroplastia (acabamento): Laser CO₂ + Nanofat. Olheira pigmentar completa: Microagulhamento + PRP + Nanofat + Nd:YAG. Flacidez palpebral leve: Morpheus8® + Ultherapy®.

Protetor corneano é obrigatório em TODOS os procedimentos de energia na região palpebral. A pele fina da pálpebra amplifica o dano térmico — parâmetros devem ser conservadores.

Refs: Dierickx CC, Lasers Surg Med 2006; Alster TS & Tanzi EL, Dermatol Surg 2012; Fabi SG, Clin Cosmet Investig Dermatol 2015; Cheles D et al., J Cosmet Dermatol 2024.

Um pré-operatório bem feito em blefaroplastia é metade do resultado.

O roteiro completo inclui: anamnese detalhada, avaliação oftalmológica (acuidade visual, teste de Schirmer, break-up time, pressão intraocular, reflexo de Bell, levantador), exames laboratoriais (hemograma, coagulograma, metabólicos, TSH, ECG), documentação fotográfica padronizada em 8 posições, avaliação anestesiológica, consentimento informado com riscos específicos e alinhamento de expectativas.

  • Schirmer I <10mm/5min: olho seco significativo — ajusta o planejamento
  • Schirmer I <5mm/5min: contraindica ressecção cutânea inferior ampla
  • Bell inadequado: aumenta risco de ceratite de exposição pós-op
  • Ptose do levantador não diagnosticada: gera insatisfação e segunda cirurgia
Guia completo disponível O checklist detalhado com todos os exames, orientações de jejum, suspensão de medicamentos, banho antisséptico e preparação emocional está disponível na página dedicada ao pré e pós-operatório.

Refs: ASPS Evidence-based guidelines, 2011; Mauriello JA Jr, em McCord & Codner 2008; Fagien S, Ophthalmology 1992; Lisman RD et al., Clin Plast Surg 1988.

Nunca interrompa uma medicação por conta própria. Esta é a conversa mais importante do pré-operatório.

O manejo de anticoagulantes e antiagregantes exige equilíbrio entre risco hemorrágico cirúrgico e risco trombótico de suspensão. O hematoma retrobulbar — raro (0,045%) mas com potencial de cegueira — é a complicação mais temida. A decisão é sempre individualizada e compartilhada com o médico assistente.

  • AAS prevenção secundária, Clopidogrel com stent recente: decisão com cardiologista — risco de suspensão pode superar o risco hemorrágico
  • Varfarina: suspender 5–7 dias. INR pré-op ≤1,5. Ponte com HBPM se indicada
  • NOACs: suspender 2–3 dias com função renal normal
  • Isotretinoína: 6–12 meses antes de laser ou peeling associado
  • IMAO: suspender 14 dias — interações graves com anestesia
Suplementos também importam Vitamina E >400UI, ômega-3, ginkgo biloba, ginseng, alho, erva de São João — todos com potencial antiagregante ou de interação anestésica. Informe sempre, mesmo que "seja natural".

Refs: Kim C et al., Ophthal PRS 2022 (PMC9093724); Kearon C & Hirsh J, NEJM 1997; Zannis J et al., Aesthet Surg J 2009; Fleisher LA et al., ACC/AHA 2014 Guidelines.

O resultado definitivo de uma blefaroplastia leva tempo — e entender esse tempo é tão importante quanto a cirurgia em si.

ProcedimentoSocialFotográficoDefinitivo
Blefaroplastia Superior10–14 dias3 meses6–12 meses
Blefaroplastia Inferior Transcutânea10–14 dias3 meses8–12 meses
Com Reposicionamento de Gordura14–21 dias4 meses12 meses
Lipofilling Periorbital14–21 dias6 meses12 meses
Lifting de Supercílio Endoscópico14 dias3 meses6 meses
Cantopexia associada10–14 dias3 meses6 meses
Comunicação ao paciente "Você vai pior antes de ficar melhor." — Edema máximo nos dias 1–3. Resultado social em 10–14 dias. Fotográfico em 3–4 meses. Definitivo em 6–12 meses. Nenhuma revisão deve ser avaliada antes dos 12 meses.

Refs: Coleman SR, Clin Plast Surg 2001; Lisman RD et al., Clin Plast Surg 1988; Prischmann J et al., JAMA Facial Plast Surg 2013; Williams KJ et al., PMC 2021.

Conheça o seu médico

Dr. Léo
Pastori

CRM 77355  ·  RQE 21653

Formação Médica

  • Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
  • Especialização em Cirurgia Geral — UNICAMP
  • Residência em Cirurgia Plástica com o Prof. Ivo Pitanguy — Instituto Ivo Pitanguy, Rio de Janeiro
  • Fellow de Cirurgia Periorbitária / Oculo-Palpebral com Dr. Sérgio Lessa — Rio de Janeiro

Titulações & Sociedades

  • Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)
  • Membro Efetivo da Associação dos Ex-Alunos do Prof. Ivo Pitanguy (AExPI)

Experiências Internacionais

  • Istituto Nazionale di Tumori — Milão, Itália
  • Istituto Europeo di Oncologia — Milão, Itália
  • University of Texas Southwestern — Aesthetics & Cosmetic Surgery, Dallas, EUA
  • Dallas Plastic Surgery Institute (DPSI) — Aesthetics & Cosmetic Surgery, Dallas, EUA
  • Gunter Center for Aesthetics & Cosmetic Surgery — com Jack Gunter, Dallas, EUA

Atividades Docentes

  • Ex-Docente Responsável e Criador da Disciplina de Cirurgia Plástica — Faculdade de Medicina da Universidade de Marília
  • Ex-Professor Convidado / Voluntário da Disciplina de Cirurgia Plástica — UNICAMP
  • Participações anuais em congressos e simpósios de atualização no Brasil e no exterior, mantendo foco em educação continuada
Agendar avaliação com o Dr. Léo
Dr. Léo Pastori

Dr. Léo Pastori

Cirurgião Plástico · Especialista Periorbitário

"A blefaroplastia bem indicada não muda quem você é — ela revela quem você sempre foi, antes do cansaço que o tempo colocou no seu olhar."

Próximo passo

O olhar que você
sempre imaginou ter.

Avaliação individual. Planejamento por camadas. Resultado com naturalidade.

Scroll to Top